terça-feira, 29 de outubro de 2019

poema da aluna Giovana


Texto 1
Regue flores
Colha amores
Esqueça as dores
Refaça suas cores
Não esqueça de sua alma
Floresça sua vida, sorria

Texto 2
Sou linda do meu jeito
Do meu corpo até meu cabelo
Liso ou crespo, ondulado ou armado
Sou linda com meu corpo
Cada parte dele me faz
Sou linda do meu jeito
Não me encaixo no seu padrão de conceito

para os alunos



1: VOCÊ  SE  SENTE  EXCLUSO  DOS  ALUNOS  DE  OUTROS  PERIODOS ?


2: COMO É ESTUDAR  NO  PERIODO  DA  NOITE  ?


3: QUAL  E  A  MAIOR  DIFICULDADE  DE  ESTUDAR  A  NOITE  ?

4: PRA  VOCÊ   BENEFICIOS  EM  ESTUDAR  A  NOITE ?


PARA OS PROFESSORES.

1: VOCÊ  SENTE  DIFERENÇA  DOS  PERIODOS  DA  MANHÃ  E  TARDE  PARA  O NOTURNO  ?

2: QUAL  É   A  MAIOR  DIFICULDADE  DO  PERIODO  NOTURNO ?


3: O  QUE  INCENTIVOU  VOCÊS  A  QUEREREM  DAR  AULAS  NO  PERIODO  NOTURNO ?


4:QUAL A DIFERENCA ENTRE OS ULTROS PERIODOS E A EJA ?


o gremio


                                                                                       


O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins O cívico, culturais, educacionais, desportivos e sociais.

grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática.

A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão colegiada.

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades.

As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres, legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de representação dos estudantes.              
                                                                                                                                                             Secretaria da Educação do Paraná. dia 6/8/2019

http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.pnghttp://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.png.


O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins O cívico, culturais, educacionais, desportivos e sociais.

grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática.

A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão colegiada.

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades.

As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres, legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de representação dos estudantes.              
                                                                                                                                                             Secretaria da Educação do Paraná. dia 6/8/2019

http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.pnghttp://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.png.


o eja


A EJA,  Educação de jovens e adultos, traz a oportunidade a alunos que não tiveram como terminar a escola, ou os que já fizeram 16 estão e pretendem continuar tentando.
E acontece no período da noite, é das 19hrs até as 21hrs e contém apenas duas salas com em media de 30 alunos, contando as vezes com somente 20 presenças.
Conta com alunos de todas as idades, sempre mostrando interesse e que não existe idade certa para os  estudos, e que é só correr atrás.

Conversamos com alguns alunos e professores do EJA e percebemos que um dos principais motivos dos estudantes há pararem de estudar na infância ,adolescência é a necessidade de ter que trabalhar, seja para ajudar a mãe o pai, avó...
Começar a trabalhar cedo pode influenciar nos estudos tendo que sair ou não conseguir focar totalmente. Mas o EJA não possui muitos alunos, talvez por algumas pessoas terem vergonha, mas pelo contrario isso vai ajuda-los profundamente, vai ajuda-los a conseguir emprego montar um currículo e ter um bom futuro. Uma professora que da aulas no período noturno.

interclasse



no dia 01/05/2019 aconteceu um campeonato chamado interclasse que envolve base 4 , dodgeball    , ping pong e futsal , no primeiro dia foi futsal masculino o primeiro lugar foi para a sala do 9c eo segundo lugar ficou com o 8c , já no segundo dia foi tênis de mesa e pebolim , o pebolim foi em duplas a dupla feminina que ganhou foram as alunas do 8c , e a dupla masculina que ganho foi um aluno do 8b com um aluno do 9b , já no tênis de mesa foi um aluno do 9ª , já no terceiro dia foi base 4 e dodgeball , O dodgeball feminino quem ganhou foi o 8ª e o base quatro quem ganhou foi o 9c , e esse foi o interclasse da emef erico Verissimo ..

Escola Integral


                 
 alguns anos surgiu a ideia de colocar as escolas em período integral, neste ano a ideia veio com tudo. Nós do jornal temos uma opinião formada sobre o assunto, que no caso é que a ideia da escola em período integral não é boa, ou pelo menos não agora, pois a verba é muito pouca em meio período, imagine em período integral. Consequentemente irá acabar com todos os projetos, que os alunos tanto gostam e frequentam, por conta de não ter disponibilidade. A maioria das escolas não tem uma estrutura boa suficiente para suportar tantos alunos no período integral.

entrevista com tia ana




Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.





Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.