Ana
Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de
inclusão de crianças.
Veríssimo:
Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim,
porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto
tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu
trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê
você escolheu essa profissão?
A.C: Na
verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a
oportunidade que apareceu.
V: Fora esse
quais foram seus outros serviços?
A.C:
Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as
dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As
alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar
encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem
alguma formação específica?
A.C: Não,
nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi
alguém que te indicou?
A.C: Na
época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo
meu, eu pensei que nem iriam me chamar,
passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem
algum curso?
A.C: Não, na
verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim,
tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para
sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que
você acha desse trabalho?
A.C: Se
funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que
precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na
minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se
aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles
largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.
Ana
Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de
inclusão de crianças.
Veríssimo:
Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim,
porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto
tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu
trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê
você escolheu essa profissão?
A.C: Na
verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a
oportunidade que apareceu.
V: Fora esse
quais foram seus outros serviços?
A.C:
Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as
dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As
alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar
encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem
alguma formação específica?
A.C: Não,
nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi
alguém que te indicou?
A.C: Na
época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo
meu, eu pensei que nem iriam me chamar,
passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem
algum curso?
A.C: Não, na
verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim,
tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para
sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que
você acha desse trabalho?
A.C: Se
funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que
precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na
minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se
aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles
largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.