quarta-feira, 18 de março de 2020

Pais e Responsáveis, alunos e alunas da EMEF ÉRICO VERÍSSIMO em virtude de estarmos em situação de emergência no Município de São Paulo para enfrentamento do coronavírus, nós professores,  estaremos disponibilizando atividades  on-line, através deste blog, para suprir a suspensão das aulas presenciais.


terça-feira, 29 de outubro de 2019

poema da aluna Giovana


Texto 1
Regue flores
Colha amores
Esqueça as dores
Refaça suas cores
Não esqueça de sua alma
Floresça sua vida, sorria

Texto 2
Sou linda do meu jeito
Do meu corpo até meu cabelo
Liso ou crespo, ondulado ou armado
Sou linda com meu corpo
Cada parte dele me faz
Sou linda do meu jeito
Não me encaixo no seu padrão de conceito

para os alunos



1: VOCÊ  SE  SENTE  EXCLUSO  DOS  ALUNOS  DE  OUTROS  PERIODOS ?


2: COMO É ESTUDAR  NO  PERIODO  DA  NOITE  ?


3: QUAL  E  A  MAIOR  DIFICULDADE  DE  ESTUDAR  A  NOITE  ?

4: PRA  VOCÊ   BENEFICIOS  EM  ESTUDAR  A  NOITE ?


PARA OS PROFESSORES.

1: VOCÊ  SENTE  DIFERENÇA  DOS  PERIODOS  DA  MANHÃ  E  TARDE  PARA  O NOTURNO  ?

2: QUAL  É   A  MAIOR  DIFICULDADE  DO  PERIODO  NOTURNO ?


3: O  QUE  INCENTIVOU  VOCÊS  A  QUEREREM  DAR  AULAS  NO  PERIODO  NOTURNO ?


4:QUAL A DIFERENCA ENTRE OS ULTROS PERIODOS E A EJA ?


o gremio


                                                                                       


O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins O cívico, culturais, educacionais, desportivos e sociais.

grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática.

A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão colegiada.

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades.

As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres, legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de representação dos estudantes.              
                                                                                                                                                             Secretaria da Educação do Paraná. dia 6/8/2019

http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.pnghttp://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.png.


O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins O cívico, culturais, educacionais, desportivos e sociais.

grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática.

A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão colegiada.

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades.

As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres, legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de representação dos estudantes.              
                                                                                                                                                             Secretaria da Educação do Paraná. dia 6/8/2019

http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.pnghttp://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/Image/icones/gremio128.png.


o eja


A EJA,  Educação de jovens e adultos, traz a oportunidade a alunos que não tiveram como terminar a escola, ou os que já fizeram 16 estão e pretendem continuar tentando.
E acontece no período da noite, é das 19hrs até as 21hrs e contém apenas duas salas com em media de 30 alunos, contando as vezes com somente 20 presenças.
Conta com alunos de todas as idades, sempre mostrando interesse e que não existe idade certa para os  estudos, e que é só correr atrás.

Conversamos com alguns alunos e professores do EJA e percebemos que um dos principais motivos dos estudantes há pararem de estudar na infância ,adolescência é a necessidade de ter que trabalhar, seja para ajudar a mãe o pai, avó...
Começar a trabalhar cedo pode influenciar nos estudos tendo que sair ou não conseguir focar totalmente. Mas o EJA não possui muitos alunos, talvez por algumas pessoas terem vergonha, mas pelo contrario isso vai ajuda-los profundamente, vai ajuda-los a conseguir emprego montar um currículo e ter um bom futuro. Uma professora que da aulas no período noturno.

interclasse



no dia 01/05/2019 aconteceu um campeonato chamado interclasse que envolve base 4 , dodgeball    , ping pong e futsal , no primeiro dia foi futsal masculino o primeiro lugar foi para a sala do 9c eo segundo lugar ficou com o 8c , já no segundo dia foi tênis de mesa e pebolim , o pebolim foi em duplas a dupla feminina que ganhou foram as alunas do 8c , e a dupla masculina que ganho foi um aluno do 8b com um aluno do 9b , já no tênis de mesa foi um aluno do 9ª , já no terceiro dia foi base 4 e dodgeball , O dodgeball feminino quem ganhou foi o 8ª e o base quatro quem ganhou foi o 9c , e esse foi o interclasse da emef erico Verissimo ..

Escola Integral


                 
 alguns anos surgiu a ideia de colocar as escolas em período integral, neste ano a ideia veio com tudo. Nós do jornal temos uma opinião formada sobre o assunto, que no caso é que a ideia da escola em período integral não é boa, ou pelo menos não agora, pois a verba é muito pouca em meio período, imagine em período integral. Consequentemente irá acabar com todos os projetos, que os alunos tanto gostam e frequentam, por conta de não ter disponibilidade. A maioria das escolas não tem uma estrutura boa suficiente para suportar tantos alunos no período integral.

entrevista com tia ana




Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.





Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.





editorial da 3ª edição


Nós estamos iniciando a terceira edição do nosso jornal, e é com grande prazer e felicidade que nós conseguimos realizar esse trabalho.
No jornal teremos assuntos como: Escola Integral, sobre a EJA, sobre o banheiro, a baladinha, o interclasse, campeonato de cubo mágico, e até uma entrevista com a tia AVE cuidadora das crianças especiais.

Leticia 9c

baladinha



.No dia 31/08/2019 na escola EMEF Érico Veríssimo , as 14:00 teve um evento chamado baladinha , nesse evento não era realmente uma balada de hoje em dia que tem cachaça , cerveja e etc...mas essa não foi como as outras foi com amigos de dentro e de fora da escola e professores .

Mas estava muito cheio de meninas e Meninos ,A baladinha foi com os 6 , 7 , 8 e 9 anos , teve musicas de vários tipos funk, sertanejo, e etc... também estava vendendo coisa para comer e beber como refrigerante , pipoca , cachorro quente e brigadeiro então  acabou  as 18:00 horas a baladinha.

Motivo de fazemos as baladinhas.


O Real motivo para fazermos essas  baladinhas na escola é arrecadar fundos para a formatura dos Nonos anos e também fazermos algumas melhorias na nossa escola.
Kayk Fernandes 8 ano B
Marisa Rosa 9 ano A

 


Resenha: O contador de histórias




O filme conta a história de Roberto. Um menino que com apenas seis anos de idade foi levado pela sua mãe para FEBEM.
Moravam na favela. Em uma casa simples, em Minas Gerais. Sua família era formada por seus irmãos e pela sua mãe.  Todas as noites, junto com os moradores, se juntavam em uma casa para assistirem a única televisão que, tinham em preto e branco.
Assim, a mãe de Roberto viu a propaganda da FEBEM. Dizia que lá as crianças poderiam ter uma educação e uma vida melhor. Que poderiam ter grandes profissões. Iludida, levou Roberto. Achando que era o certo para sua caçula.
Roberto, nunca ficava contente. Sempre nas madrugadas ele e seus amigos pulavam os muros e fugiam, sem medo do que podia acontecer. Divertiam-se roubando, furtando... Mas sempre eram pegos e punidos, mas sempre isso se repetia, varias e varias vezes.
Tinha sido estuprado, violentado, maltratado... Tudo isso para conhecer a generosa “Margarith”. Foi  uma mulher francesa  pedagoga que veio para o Brasil para estudar as crianças da FEBEM. Nisso encontrou Roberto, e achou que seria muito bom saber sobre ele e sua historia até chegar.
No começo ele não falava nada, calado, sem sair nenhum som da boca dele. A única coisa que o interessava era uma espécie de caixa que ela usava com um microfone que ela usava para guardar suas  “anotações”.
Para ela, ele precisava de ajuda. Que poderia se tornar um menino melhor.
O filme mostra a realidade. Mostra Roberto enfrentando seus medos, indo atrás do que quer. Enfrentando o racismo.





relatório cubo magico


Alguns alunos da E.M.E.F. Érico Veríssimo participaram de uma competição que desafia qualquer um, o temido “cubo mágico”. O campeonato ocorreu no dia 18 de maio de 2019, no palco do teatro Fecap localizado na Avenida da Liberdade. O campeonato é disputado por times de no máximo 10 participantes que devem ser alunos de alguma escola. As equipes participantes devem encarar o desafio de montar 50 cubos mágicos no menor tempo possível, você encararia!?
Toda equipe teve um capitão, que é a pessoa que ativa o cronômetro, e o restante dos participantes tiveram que estar atrás de uma faixa que estava riscada no chão do palco, então quando o cronômetro era acionado os outros participantes tiveram que correr em direção a mesa para começar a montagem.
A escola E.M.E.F Érico Veríssimo teve dois times na competição, um deles composto por 10 participantes o outro por 7. O time composto por 10 participantes concluiu a montagem dos cubos em 3 minutos e 54 segundos e ficaram na quinta colocação. Já a equipe composta por 7 pessoas, denominada equipe 2, fez em 6 minutos e 43 segundos e ficou na décima sexta colocação. Havia em torno de 20 equipes.
Além dessa competição houve uma outra, no mesmo dia e local do anterior, em que os participantes competiam individualmente. Nessa competição havia um juiz que supervisionava o participante, que por sua vez entregava o cubo montado em um balde, ele era embaralhado e posto sobre uma mesa com o balde sobre ele. O participante fica sentado em uma cadeira e o juiz libera o cubo quando o participante autorizar, ele tem direito de ver o cubo durante no máximo 15 segundos, e acionar o timer. Se houver atraso no acionamento terá que ser adicionado 2 segundos no tempo total da montagem, quando terminar de montar ele terá que bater no cronômetro para pará-lo. Os participantes tiveram que montar cinco vezes, e excluíam o melhor e o pior tempo e faziam uma media entre os tempos intermédios.
O campeonato não serviu apenas para provar qual equipe é mais rápida, com ele muita gente aprende, você atribui conhecimento sobre outras maneiras de solucionar um tal caso ou sobre algum cubo mágico diferente. Você adquire muita experiência e conhecimento após participar de alguns.
Eu, ao participar, senti uma certa emoção, porém estava meio desconfortável, pois sabia que havia pessoas muito mais rápidas que eu naquela competição, eu não tinha tanta confiança por esse motivo.
No dia 29 de junho de 2019 aconteceu um campeonato de cubo mágico organizado pela escola, algumas outras escolas participaram.

palestra com mel doarte








Bom, hoje no dia 18/06 na Emef Érico Veríssimo, tivemos a oportunidade de conhecer a poeta Mel Duarte, que também é conhecida por ser uma slammer. Ela deu uma palestra para os alunos do Ensino Fundamental 2, trazendo um pouco sobre o trabalho dela, e dando a oportunidade da gente conversar com ela, e fazer perguntas. Ela também falou sobre como a poesia é importante no nosso dia a dia, e na nossa vida. Sendo assim, inspirou muita gente a fazer o que realmente gosta, e o que toca seu coração sem se importar com o que as pessoas pensam, e nunca desanimar quando alguém te colocar pra baixo dizendo que você não é capaz. A Mel sorteou 5 livros  dela para os alunos  no final da palestra, e ainda tirou foto com todas as pessoas  que queriam, incluindo alunos e professores.
Corra atrás dos seus sonhos, busque o que te faz feliz, e NUNCA deixe alguém  dizer que você não é capaz de fazer o que gosta, de escrever, de se expressar e ter o seu lugar de voz.

Leticia Trindade



festa junina

A festa junina da emef Érico Veríssimo aconteceu dia 8 de junho de 2019, em um sábado de sol, com grande participação da comunidade escolar. Muitas famílias, professores, funcionários estavam presentes.
A festa contou com danças e comidas típicas, como doces, bolos, cachorro quente,  refrigerante,  pipoca, caldo de feijão, e carne louca, além das barracas de  pastel e churrasco.
Na quadra ocorreram diversas apresentações de dança preparas por alunos e professores, e cada turma se apresentou com uma música relacionada a uma região do Brasil, além da apresentação do Balleríssimo, o projeto de Balé, do qual participam muitos alunos.
No final, tivemos o concurso de Forronejo e também o concurso de miss e mister caipirinha. Aqui tivemos o momento mais emocionante da festa: a miss caipirinha foi a aluna Manuela do terceiro B da professora Silmara. Ela ficou muito feliz ao receber seu prêmio!
Os alunos dos nonos anos também se empenharam e trabalharam na festa para arrecadar fundos para a formatura: organizaram barracas, uma delas era de  doces feito pelos alunos com arrecadação dos próprios, e a outra era uma cadeia que em que se pagava para prender seu amigo. Ocorreu também o correio elegante feito pelos alunos do nono ano, sorteio da cesta de guloseimas preparada pelos alunos.
 Além das barracas de comidas, houve também barracas  de brincadeiras comandadas por alguns professores e funcionários, como pescaria, boca do palhaço,  caixa surpresa, pomar, caneleta, pula-pula, tinha também um bingo que estava contribuindo com vários prêmios.
A organização da festa foi feita por alunos e professores, montando as barracas, arrumando a quadra, colocando as bandeirinhas e arrumando o som. Foi uma festa muito agradável para todos os presentes!
Vinícius Marques, Giovanna Freitas  

entrevista


Na nossa segunda edição entrevistamos a Sara Pereira Novais, uma das “tias da limpeza” na Érico Veríssimo. Uma pessoa que ajuda a manter o nosso espaço limpo, organizado e mais humano. Nesta entrevista fizemos diversas perguntas sobre o seu serviço, o cotidiano na escola. E, claro, algumas perguntas pessoais, que ninguém é de ferro.
Alana: Qual é a coisa mais importante da sua vida?
Sara: Deus e meus filhos.
Alana: Você tem algum hobby? Qual?
Sara: Gosto muito de louvar e cantar.
Alana: Você gosta de trabalhar aqui na escola?
Sara: Sim.
Alana: Você já sofreu algum tipo de preconceito em seu ambiente de trabalho, ou por causa da sua profissão?
Sara: O que eu percebo assim hoje em dia é que as pessoas vão muito pelo uniforme, tem pessoas que te cumprimentam, tem pessoas que passam e finge que não está vendo né e eu acho que isso é um certo tipo de preconceito, só que não mexe comigo, isso não me afeta eu continuo sendo a mesma pessoa.
Alana: Qual o nome da empresa que você trabalha? E há quanto tempo está nela?
Sara: Alternativa e tem 3 meses que eu trabalho.
Alana: O que você faz quando não está trabalhando?
Sara: Eu gosto de louvar, gosto de cantar. Saindo do trabalho eu vou pra casa porque tenho filhos, vou fazer meus afazeres.
Alana: Como é o seu trabalho? Qual sua carga horaria?
Sara: Meu trabalho é: vocês sujam e eu limpo! Que bom né, se não, não tinha trabalho para mim. Minha carga horária é de 44 horas semanais.
Alana: Na sua opinião, o seu salário está de acordo com as horas trabalhadas?
Sara: Não, eu acho que muitos iriam discordar... A gente ganha pouco. Ganhamos um salário mínimo o VR e o VA. Mas assim, pra quem estava desempregada, está sendo uma benção na minha vida, mas se aumentar eu não vou ligar não (risos).

Editorial



É com grande prazer que lançamos a segunda edição do jornal Veríssimo! O período de maio e junho (tempo que levamos para a produção do segundo número) foi cheio de atividades e cheio de vida em nossa escola. E o jornal vem com toda essa vida, alegria, poesia, festa deste período! Tivemos Festa Junina, Campeonato de Cubo Mágico, alunos ganhando concurso e tendo texto publicado em livro, professores dando entrevista na televisão, muito aprendizado!
Achamos que a segunda edição vem mais interessante, mais completa, mais bem elaborada e mais dinâmica do que a primeira. E é assim que deve ser, afinal o jornal escolar é um projeto pedagógico, é espaço de aprendizado, de possibilidades de escrita, de melhorar, de assumir a fala e a tomar para si o poder da palavra. E de saber que a palavra escrita nos permite permanecer, resistir. Quando escrevemos, nos tornamos eternos.
Obrigada aos nossos leitores!
Lembre-se: o jornal é feito por alunos, então perdoe os possíveis equívocos e, se possível, nos mostre como podemos melhorar. Cada um dos alunos participantes deixa um pouco de si em cada edição. Aproveite e mergulhe no mundo da EMEF Érico Veríssimo!
Professora Aline
Junho de 2019.

Campeonato de cubo mágico feito pela Erico



O campeonato de cubo mágico organizado pela E.M.E.F  Érico  Veríssimo, ocorreu no dia 29 de junho de 2019 , ele foi seguindo as regras dos campeonatos oficiais “composto por equipes de no máximo 10 pessoas que tiveram de montar 50 cubos mágicos no menor tempo possível.” Havia além dos alunos da Érico Veríssimo alguns alunos de uma escola municipal e outra particular.
Os cubos eram embaralhados e postos sobre a mesa, as equipe participantes tiveram que escolher um de seus participantes para ser o capitão da equipe que terá que acionar o cronômetro enquanto os outros ficaram atrás de uma faixa riscada no chão, então quando ele for acionado eles deveram correr até a mesa e começar a montagem, quando eles terminarem o capitão tem que parar o cronômetro e quem fizer em menor tempo vence.
A Érico Veríssimo havia duas equipes a primeira era composta somente por alunos da Érico já a equipe dois foi agrupada com algumas outras escolas. e foram fazendo as equipes com os participantes, foi algo realmente divertido.
a equipe composta pelo colégio objetivo e a Érico Veríssimo chegou em segundo lugar por muito pouco apenas por sofrerem uma penalidade de não ter terminado o cubo e parado o cronômetro, foi acrescentado 10 segundos e eles perderam por pouco.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

TRABALHO DE COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS - 2015

O ser humano se tornou uma extensão da roda


O Rio chegou a 2 milhões de carros; São Paulo, a 6 milhões. No Rio, é um carro para cada três habitantes; em São Paulo, são dois. O automóvel venceu. O comunicólogo Marshal McLuhan, talvez a única voz otimista de 1968, errou feio: o ser humano é que se tornou uma extensão da roda. Mas, em 2008, quem quiser chegar rapidinho a qualquer lugar, é melhor que vá a pé.

Ruy Castro, "Folha de S. Paulo", 17/03/2008
Os sábios e a cultura

"Com o aparecimento da escrita, alguns sábios temeram que o conhecimento, que antes estava vivo na cabeça, viria 
a morrer, esquecido nas páginas de um livro. Com a expansão dos meios de comunicação e a consequente chuva de informações, alguns sábios temeram que o conhecimento (...) viria a degenerar-se em papel de embrulhar peixe e ondas espalhadas no espaço. Com a explosão da internet (...), e a extrema facilidade de encontrar uma informação, alguns sábios temem que tudo acabe em desinteresse.

Luiz Zico Rocha Soares, ("Internet, um mundo paralelo". Melhoramentos, 2007, p.23)

site educacao.uol.com.br/bancoderedacoes/redacao/ult4657u196.jhtm

1) Tendo como base as ideias apresentadas nos textos acima, faça um comentário sobre o tema Fomos dominados pelas máquinas que inventamos?