terça-feira, 29 de outubro de 2019

entrevista com tia ana




Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.





Ana Cristina: Boa tarde, eu sou a Ana Cristina e faço parte do projeto rede de inclusão de crianças.
Veríssimo: Você gosta da sua profissão? Por quê?
A.C: Sim, porque é uma coisa que eu faço para ajudar os alunos de inclusão.
V: Há quanto tempo você trabalha neste cargo?
A.C: Eu trabalho há um ano e oito meses.
V: Por quê você escolheu essa profissão?
A.C: Na verdade eu não escolhi, foi que na época eu estava desempregada e foi a oportunidade que apareceu.
V: Fora esse quais foram seus outros serviços?
A.C: Operadora de caixa, meu ultimo registro foi de saladeira, num restaurante.
V: Quais as dificuldades e alegrias neste serviço?
A.C: As alegrias é ver as crianças felizes todos os dias. E as dificuldades é tentar encaixa- las na sala de aula.
V: Você tem alguma formação específica?
A.C: Não, nenhuma formação, somente com o segundo grau completo.
V: Foi alguém que te indicou?
A.C: Na época sim, eu estava desempregada, e a prima do meu esposo mandou um currículo meu, eu pensei que nem iriam me chamar,  passou seis meses e vieram me chamar.
V: Você tem algum curso?
A.C: Não, na verdade nas férias de julho nós temos formação na DRE, essa formação é assim, tudo que a gente viu quando a gente entra aqui foi bem básico, é mais para sabermos sobre as síndromes, as doenças e o que gente pode encontrar na escola.
V: O que você acha desse trabalho?
A.C: Se funcionasse eu acharia maravilhoso, como dizem, inclusão é só no papel...
V: O que precisaria para inclusão na sua opinião?
A.C: Na minha opinião é que as pessoas se ajudassem mais, se respeitassem mais, e se aceitassem mais. O que acontece na verdade é que as pessoas deixam eles largados e não os querem por perto, mas esse tipo de “inclusão” não funciona.





editorial da 3ª edição


Nós estamos iniciando a terceira edição do nosso jornal, e é com grande prazer e felicidade que nós conseguimos realizar esse trabalho.
No jornal teremos assuntos como: Escola Integral, sobre a EJA, sobre o banheiro, a baladinha, o interclasse, campeonato de cubo mágico, e até uma entrevista com a tia AVE cuidadora das crianças especiais.

Leticia 9c

baladinha



.No dia 31/08/2019 na escola EMEF Érico Veríssimo , as 14:00 teve um evento chamado baladinha , nesse evento não era realmente uma balada de hoje em dia que tem cachaça , cerveja e etc...mas essa não foi como as outras foi com amigos de dentro e de fora da escola e professores .

Mas estava muito cheio de meninas e Meninos ,A baladinha foi com os 6 , 7 , 8 e 9 anos , teve musicas de vários tipos funk, sertanejo, e etc... também estava vendendo coisa para comer e beber como refrigerante , pipoca , cachorro quente e brigadeiro então  acabou  as 18:00 horas a baladinha.

Motivo de fazemos as baladinhas.


O Real motivo para fazermos essas  baladinhas na escola é arrecadar fundos para a formatura dos Nonos anos e também fazermos algumas melhorias na nossa escola.
Kayk Fernandes 8 ano B
Marisa Rosa 9 ano A

 


Resenha: O contador de histórias




O filme conta a história de Roberto. Um menino que com apenas seis anos de idade foi levado pela sua mãe para FEBEM.
Moravam na favela. Em uma casa simples, em Minas Gerais. Sua família era formada por seus irmãos e pela sua mãe.  Todas as noites, junto com os moradores, se juntavam em uma casa para assistirem a única televisão que, tinham em preto e branco.
Assim, a mãe de Roberto viu a propaganda da FEBEM. Dizia que lá as crianças poderiam ter uma educação e uma vida melhor. Que poderiam ter grandes profissões. Iludida, levou Roberto. Achando que era o certo para sua caçula.
Roberto, nunca ficava contente. Sempre nas madrugadas ele e seus amigos pulavam os muros e fugiam, sem medo do que podia acontecer. Divertiam-se roubando, furtando... Mas sempre eram pegos e punidos, mas sempre isso se repetia, varias e varias vezes.
Tinha sido estuprado, violentado, maltratado... Tudo isso para conhecer a generosa “Margarith”. Foi  uma mulher francesa  pedagoga que veio para o Brasil para estudar as crianças da FEBEM. Nisso encontrou Roberto, e achou que seria muito bom saber sobre ele e sua historia até chegar.
No começo ele não falava nada, calado, sem sair nenhum som da boca dele. A única coisa que o interessava era uma espécie de caixa que ela usava com um microfone que ela usava para guardar suas  “anotações”.
Para ela, ele precisava de ajuda. Que poderia se tornar um menino melhor.
O filme mostra a realidade. Mostra Roberto enfrentando seus medos, indo atrás do que quer. Enfrentando o racismo.





relatório cubo magico


Alguns alunos da E.M.E.F. Érico Veríssimo participaram de uma competição que desafia qualquer um, o temido “cubo mágico”. O campeonato ocorreu no dia 18 de maio de 2019, no palco do teatro Fecap localizado na Avenida da Liberdade. O campeonato é disputado por times de no máximo 10 participantes que devem ser alunos de alguma escola. As equipes participantes devem encarar o desafio de montar 50 cubos mágicos no menor tempo possível, você encararia!?
Toda equipe teve um capitão, que é a pessoa que ativa o cronômetro, e o restante dos participantes tiveram que estar atrás de uma faixa que estava riscada no chão do palco, então quando o cronômetro era acionado os outros participantes tiveram que correr em direção a mesa para começar a montagem.
A escola E.M.E.F Érico Veríssimo teve dois times na competição, um deles composto por 10 participantes o outro por 7. O time composto por 10 participantes concluiu a montagem dos cubos em 3 minutos e 54 segundos e ficaram na quinta colocação. Já a equipe composta por 7 pessoas, denominada equipe 2, fez em 6 minutos e 43 segundos e ficou na décima sexta colocação. Havia em torno de 20 equipes.
Além dessa competição houve uma outra, no mesmo dia e local do anterior, em que os participantes competiam individualmente. Nessa competição havia um juiz que supervisionava o participante, que por sua vez entregava o cubo montado em um balde, ele era embaralhado e posto sobre uma mesa com o balde sobre ele. O participante fica sentado em uma cadeira e o juiz libera o cubo quando o participante autorizar, ele tem direito de ver o cubo durante no máximo 15 segundos, e acionar o timer. Se houver atraso no acionamento terá que ser adicionado 2 segundos no tempo total da montagem, quando terminar de montar ele terá que bater no cronômetro para pará-lo. Os participantes tiveram que montar cinco vezes, e excluíam o melhor e o pior tempo e faziam uma media entre os tempos intermédios.
O campeonato não serviu apenas para provar qual equipe é mais rápida, com ele muita gente aprende, você atribui conhecimento sobre outras maneiras de solucionar um tal caso ou sobre algum cubo mágico diferente. Você adquire muita experiência e conhecimento após participar de alguns.
Eu, ao participar, senti uma certa emoção, porém estava meio desconfortável, pois sabia que havia pessoas muito mais rápidas que eu naquela competição, eu não tinha tanta confiança por esse motivo.
No dia 29 de junho de 2019 aconteceu um campeonato de cubo mágico organizado pela escola, algumas outras escolas participaram.

palestra com mel doarte








Bom, hoje no dia 18/06 na Emef Érico Veríssimo, tivemos a oportunidade de conhecer a poeta Mel Duarte, que também é conhecida por ser uma slammer. Ela deu uma palestra para os alunos do Ensino Fundamental 2, trazendo um pouco sobre o trabalho dela, e dando a oportunidade da gente conversar com ela, e fazer perguntas. Ela também falou sobre como a poesia é importante no nosso dia a dia, e na nossa vida. Sendo assim, inspirou muita gente a fazer o que realmente gosta, e o que toca seu coração sem se importar com o que as pessoas pensam, e nunca desanimar quando alguém te colocar pra baixo dizendo que você não é capaz. A Mel sorteou 5 livros  dela para os alunos  no final da palestra, e ainda tirou foto com todas as pessoas  que queriam, incluindo alunos e professores.
Corra atrás dos seus sonhos, busque o que te faz feliz, e NUNCA deixe alguém  dizer que você não é capaz de fazer o que gosta, de escrever, de se expressar e ter o seu lugar de voz.

Leticia Trindade



festa junina

A festa junina da emef Érico Veríssimo aconteceu dia 8 de junho de 2019, em um sábado de sol, com grande participação da comunidade escolar. Muitas famílias, professores, funcionários estavam presentes.
A festa contou com danças e comidas típicas, como doces, bolos, cachorro quente,  refrigerante,  pipoca, caldo de feijão, e carne louca, além das barracas de  pastel e churrasco.
Na quadra ocorreram diversas apresentações de dança preparas por alunos e professores, e cada turma se apresentou com uma música relacionada a uma região do Brasil, além da apresentação do Balleríssimo, o projeto de Balé, do qual participam muitos alunos.
No final, tivemos o concurso de Forronejo e também o concurso de miss e mister caipirinha. Aqui tivemos o momento mais emocionante da festa: a miss caipirinha foi a aluna Manuela do terceiro B da professora Silmara. Ela ficou muito feliz ao receber seu prêmio!
Os alunos dos nonos anos também se empenharam e trabalharam na festa para arrecadar fundos para a formatura: organizaram barracas, uma delas era de  doces feito pelos alunos com arrecadação dos próprios, e a outra era uma cadeia que em que se pagava para prender seu amigo. Ocorreu também o correio elegante feito pelos alunos do nono ano, sorteio da cesta de guloseimas preparada pelos alunos.
 Além das barracas de comidas, houve também barracas  de brincadeiras comandadas por alguns professores e funcionários, como pescaria, boca do palhaço,  caixa surpresa, pomar, caneleta, pula-pula, tinha também um bingo que estava contribuindo com vários prêmios.
A organização da festa foi feita por alunos e professores, montando as barracas, arrumando a quadra, colocando as bandeirinhas e arrumando o som. Foi uma festa muito agradável para todos os presentes!
Vinícius Marques, Giovanna Freitas